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sábado, 1 de novembro de 2014

Ineficiente no São Paulo, Pabón faz 13 gols em três meses pelo Monterrey

Fonte: Placar

A passagem do colombiano Pabón pelo São Paulo foi rápida e não deixou saudades. Em seis meses, o atacante, que chegou de empréstimo do Valencia, anotou apenas dois gols em 18 jogos.

Depois da Copa do Mundo, Pabón se mudou para o Monterrey. E, ao que parece, o ar mexicano fez muito bem ao jogador.

Com os mesmos 18 jogos que fez à serviço do Tricolor, Pabón foi às redes em 13 oportunidades, nove delas pelo Campeonato Mexicano, onde é vice-artilheiro, somente atrás do brasileiro Camilo, do Querétaro, que tem um gol a mais.

Pelo menos por enquanto, o bom papel com a camisa do Monterrey não rendeu a Pabón uma nova chamada à seleção colombiana, cuja ausência já dura um ano.

Rogério Ceni terá festa de gala em sua despedida

Fonte: Diário de SP

Aos 41 anos, Rogério Ceni vai pendurar as luvas no final deste ano com um currículo de dar inveja a muitos craques do futebol.

Para se ter uma ideia, o Mito é o maior goleiro-artilheiro da história (123 gols) e o jogador com mais vitórias por um só clube no mundo (591) - veja abaixo a lista de títulos conquistados pelo são-paulino durante sua carreira.

Rogério Ceni, que completará 42 anos em janeiro, não esconde de ninguém que o seu maior sonho hoje é encerrar a carreira com um título expressivo pelo São Paulo. E se depender da bola que o Tricolor está jogando, o torcedor já pode comemorar: ele terá uma grande festa de despedida!

Após a vitória de 4 a 2 sobre o Emelec-EQU, no primeiro jogo das quartas de final da Copa Sul-Americana, a equipe de Muricy Ramalho provou a força de seu ataque - Kaká, Ganso, Michel Bastos e Alan Kardec estão jogando o fino da bola - e que tem totais condições de ser bicampeão do torneio.

No Brasileirão a diferença para o líder Cruzeiro dominuiu para cinco pontos. E é a bom a Raposa se cuidar, pois o São Paulo tem time para embalar nas últimas sete rodadas e transformar a despedida de Rogério Ceni em uma verdadeira festa de gala.

Títulos do goleiro Rogério Ceni:

São Paulo

Campeonato Mundial de Clubes da FIFA: 2005

Copa Intercontinental: 1992 e 1993

Copa Libertadores da América: 1992, 1993 e 2005

Copa Sul-Americana: 2012

Supercopa da Libertadores da América: 1993

Copa Conmebol: 1994

Recopa Sul-Americana: 1993 e 1994

Campeonato Brasileiro: 2006, 2007 e 2008

Torneio Rio-São Paulo: 2001

Campeonato Paulista: 1991, 1992, 1998, 2000 e 2005

Supercampeonato Paulista: 2002

Copa dos Campeões Mundiais: 1995 e 1996

Troféu Cidade de Los Angeles: 1993

Troféu Jalisco: 1993

Troféu Cidade de Santiago de Compostela: 1993

Copa Master da Conmebol: 1996

Copa Euro-América: 1999

Torneio Constantino Cury: 2000

Eusébio Cup: 2013


Seleção brasileira

Copa do Mundo: 2002

Copa das Confederações: 1997

Sem saber se joga, Kaká elogia Michel e concorrência saudável

Fonte: Gazeta Esportiva

Exames médicos definirão na manhã deste sábado se Kaká e outros jogadores do São Paulo que costumam apresentar maior desgaste físico viajarão a Santa Catarina para enfrentar o Criciúma. Mesmo diante da ascensão de Michel Bastos, um concorrente por posição em teoria, o meia não vê problema se tiver de ficar na capital paulista ou no banco.

"Pelo contrário. Vejo como algo muito saudável ter uma concorrência em que todos se respeitem, buscando seu espaço. Dentro daquilo que for a decisão técnica de quem é o melhor para jogar, vou estar sempre buscando meu espaço para ser titular", disse o jogador, na sexta-feira, dia em que acordou com um hematoma na região do olho direito, resultado de cotovelada recebida no duelo contra o Emelec, pela Copa Sul-americana.

"É muito bom ver o Michel bem. Ele também passou por momentos de dificuldade quando chegou ao clube. É muito bom vê-lo marcando e sendo decisivo. Quanto mais jogadores estiverem à disposição e sendo decisivos para o time, é fundamental. Até mesmo pelo rodízio, com as viagens, a quantidade de jogos... Que não sejam 11, mas 15, 16, 17 jogadores à disposição. Isso é o que faz o time ser campeão", continuou.

Não pelo olho roxo, mas pelo cansaço, é possível que Kaká não faça parte da relação de Muricy Ramalho para o próximo compromisso do Campeonato Brasileiro. Em contrapartida, Michel Bastos teve condicionamento físico elogiado e, em ótima fase, deverá prosseguir na escalação titular no domingo, de acordo com o que deu a entender o treinador, no meio de semana.

Atualmente, os números de Michel são superiores aos de Kaká. Ele tem quatro gols e sete assistências em 18 atuações, ao passo que o camisa 8 marcou dois gols e deu menos passes decisivos. Ainda assim, pela importância tática do melhor jogador do mundo de 2007, Muricy nem cogita tirar sua titularidade enquanto estiver bem para atuar.

"Meu número de assistências diminuiu (em relação à primeira passagem pelo clube), meu número de gols diminuiu, mas é unânime que minha chegada acrescentou alguma coisa ao São Paulo. Na Europa, aprendi que, no futebol, não é só com a bola que se joga. Tem várias formas. Hoje, meu amadurecimento é muito mais nessa direção, de eu jogar muitas vezes sem ela. Está comprovado que futebol não é só na bola", defendeu-se.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Fim da Era Juvenal

E hoje, a partir das 19 horas, os senhores conselheiros do São Paulo FC votam para escolher o homem que sucederá Juvenal Juvêncio na presidência do Tricolor, após 8 longos anos de gestão.

Tivesse saído ao fim do segundo mandato, como era previsto no estatuto, em 2010, JJ não sairia queimado como sai hoje. Mas sua soberba e gosto pelo poder fizeram-no incapaz de largar o clube.

Juvenal foi sim um dos maiores dirigentes da história do São Paulo. É bem intencionado, empreendedor, inteligentíssimo, carismático, conhece o futebol na sua forma mais ampla, e, acima de tudo, ama muito o Tricolor.   

Moldou Cotia, modernizou o Morumbi. Peitou as raposas que mamam no futebol brasileiro (leia-se Ricardo Teixeira, Andres Sanches, Marco Polo Del Nero, TV Globo e etc), em processos que talvez tenham trazido mais ônus do que bônus ao São Paulo. Mas manter a ideologia é importante também.

A gestão JJ no entanto ficará marcada também pelos maus momentos no futebol em si. Depois do time tricampeão brasileiro, com base montada por seu antecessor, o Tricolor conviveu com seus piores anos em muito tempo. Fruto principalmente da série de técnicos abaixo da critica, como o próprio JJ admite, contratados nos últimos anos – Ricardo Gomes, Baresi, Adilson Batista e Carpegianni, entre outros.

Técnicos péssimos, resultados ruins. E aí, JJ não soube lidar com as crises. Uma baciada de jogadores indevidamente dispensados no impulso de eliminações, outra maior ainda de contratação em apostas mal feitas.  Soma-se a isso, a demissão em massa de funcionários que a décadas trabalhavam na estrutura do clube – Rosan, Carlinhos Neves, Turibio Leite – e de repente, o São Paulo não era mais referência no país.

Nada irreversível. Temos a maior infraestrutura do país, e as 3as maiores torcida e cota de TV.     

Não conhecendo muito os candidatos, torço para que Carlos Miguel Aidar seja o nosso próximo presidente, aquele nos levará de volta ao caminho dos títulos. Obrigado JJ, mas é hora de voltar a voar alto...

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Ganso é volante!


Ganso é volante! Ou, no máximo, 3º homem de meio-campo.


Dia desses, o jornalista da ESPN, Mauro Cézar Pereira escreveu sobre isso em seu blog. Que Ganso poderia ser o nosso ‘volante-armador’, no melhor estilo Gerrard, do líder do Campeonato Inglês Liverpool; ou Pirlo, da líder do Italiano Juventus. O colunista ainda cita Modric do Real Madrid e Schweinsteiger no Bayern, mas aí já acho que as características diferem um pouco das de Ganso.

De qualquer forma, a percepção de Mauro Cézar foi uma das coisas mais lúcidas e inovadoras que li/ouvi nos últimos tempos, diante desta imprensa esportiva tomada por tantos desqualificados.

Ao meu ver, a melhor tentativa de solucionar o problema que Ganso começa a criar no São Paulo, em função de sua escalação quase obrigatória, motivada pelos milhões gastos por Juvenal na contratação do meia. Os maus resultados e a apatia do time são como o fogo que queima o pavio de paciência da torcida para com Ganso.

Quem viu qualquer meia-hora de jogos do Tricolor em 2014, percebe: trata-se de um time inerte e previsível que, depois de várias experiências no ataque, atualmente vive de uma jogada individual de Osvaldo na ponta-esquerda, de um ou dois chutes de Pabon de fora da área, ou de um passe mágico de Ganso para Luis Fabiano fazer gol. MUITO POUCO. Nosso centroavante vive isolado na área. Ninguem penetra para fazer uma tabela. Na verdade, nenhum outro jogador do time sequer entra na área, seja o ponta Osvaldo, o kicker Pabon, o lento Maicon ou Ganso.

Muricy e tantos outros insistem: Ganso tem que entrar mais na área. Ser Raí, Rivaldo ou Alex. Eu mesmo concordava com isso, até a coluna de Mauro Cézar.

Mas a verdade é que Ganso não é camisa 10. É o homem do passe, da cadência, da armação. Se é difícil torná-lo um Gerrard ou um Pirlo tupiniquim, sejamos mais simples. Ganso pode ser um ótimo segundo volante com saída de jogo, alá Renato(ex-Santos) ou Hernanes, ex-São Paulo; ou então um excelente 3º homem de meio-campo/articulador, como o tetracampeão mundial Zinho ou o penta Ricardinho.

Nesta configuração, o São Paulo teoricamente precisaria de um camisa 10, de fato. Ironia, no estilo Jadson. Cañete, Lucas Evangelista e Boschilla são as opções do elenco, mas parecem não convencer Muricy.

Assim sendo, as opções seriam contratar um meia, o que é muito difícil de se encontrar no mercado, ou adotar um esquema sem armador fixo. O São Paulo campeão brasileiro de 2007 jogava assim. Richarlysson e Hernanes davam o suporte, e o time atacava com Dagoberto e Leandro flutuando ao redor de Aloisio Chulapa. Os alas Ilsinho (depois Souza) e Jorge Wagner (ou Júnior) eram fundamentais nesse processo de armação. Os 3 excelentes zagueiros – entre Breno, Miranda, Alex Silva e André Dias - davam a proteção necessária para o esquema. Chega a ser cruel a comparação dos elencos disponíveis hoje e em 2007. Mas numa adaptação para a atual realidade, o São Paulo poderia muito bem começar o Brasileirão jogando com

Ceni; Paulo Miranda (depois Rafael Toloi), Rodrigo Caio e Antonio Carlos; Douglas, Souza, Ganso e A.Pereira; Osvaldo, Pato e Luis Fabiano. Com Osvaldo e Pato não se limitando a apenas uma das duas pontas.

A melhor fase de Rodrigo Caio no São Paulo foi como zagueiro de sobra, no segundo semestre do ano passado. E neste caso, também seria a favor da contratação de um zagueiro. Porque não André Dias, que fica sem contrato na Lazio em julho?

Muricy está perdido. Prova disso é que vamos com Ganso na direita nesta quarta-feira. Que os deuses da bola nos ajudem...

quarta-feira, 26 de março de 2014

Troca: Wesley por Luis Ricardo


O boato da semana no futebol paulista envolve o nome de Wesley, volante da porcada, que estaria sendo pretendido pelo São Paulo FC.

O jogador, com passagens por Santos e futebol alemão, tem contrato com o time de Palestra Itália apenas até fevereiro de 2015, e a partir de agosto, poderia firmar pré-contrato com qualquer clube.

A SEP deseja a permanência do jogador, mas com pouco dinheiro em caixa, pode se desfazer dele em breve, caso não tenha êxito na renovação, para não perder o montante astronômico gasto para tirá-lo do Werder Bremen em 2012.

De acordo com a imprensa esportiva, Muricy já deu aval para sua chegada ao Morumbi.

Mais do que isso: na minha opinião, a principal carência do São Paulo no momento é justamente essa de 2º volante. Alguem que defenda, mas chegue com velocidade no ataque. Souza é bom, mas não é esse cara. Maicon, tão pouco.

Há opções que me agradariam mais no momento, como o Elias, que está sem jogar mas é caro, e Rômulo, ex-Vasco da Gama e atualmente no Spartak de Moscou.

Mas diante da ocasião, Wesley seria bem vindo. E com um bônus. No ano passado, o palmeirinha tentou tirar Luis Ricardo, este mesmo que veste a camisa 27 do Tricolor atualmente, da Portuguesa. Por motivos que eu desconheço, o negócio não fluiu e o lateral-direito veio parar no Morumbi.

Um erro, conforme previsto por este colunista. Luis Ricardo ataca no máximo razoavelmente, e defende tanto quanto Romário no fim de carreira.  Tanto é verdade, que o time só se encontrou neste ano, depois que ele foi para o banco de reservas.

Depois de Pato por Jadson, será que a porcada não seria o próximo adversário a aceitar uma troca conosco?

Pesaria a favor, além da proximidade do fim do contrato de Wesley, a necessidade do time por um lateral-direito, já que contam apenas com Wendel para o setor.

Além disso, a saída de Luis Ricardo abriria brecha para mais chances aos garotos da base Lucas Farias e Auro, ambos promissores.

 

Que tal JJ? Seu último presente antes do melhor deles: a sua saída.

sexta-feira, 7 de março de 2014

São Paulo Começa a Mostrar Os Primeiros Sinais de Evolução

Saudações Tricolores!!!

Desde o post que fiz no dia 21/02, onde o título era “São Paulo: Um Time Sem Coletividade”, muita coisa mudou positivamente, principalmente no futebol apresentado no jogo desta última quarta-feira contra o Audax, onde o Tricolor pôde voltar à liderança do grupo.

O time, foi um time! Jogou com coletividade, mostrou objetividade com a posse de bola, menos passes errados e acima de tudo, mostrou vontade de vencer, tanto, que o time marcava a saída de bola do adversário, forçando o erro na saída de bola.

Creio que tudo deve-se ao treinador Muricy, pois o mesmo, implantou o jogo com maior posse dela. Claro, que precisou de tempo, e ainda pode melhorar ainda mais a objetividade, com a posse de bola, como vem ocorrendo durante os jogos. Com isso o time criando um estilo de jogo devido a sua evolução.

Outro fator interessante que o Muricy vem realizando com a equipe, é a transferência de confiança ao elenco, através dos rodízios que vem fazendo no time durante as partidas. Desta forma, o elenco participa, os jogadores que haviam perdido suas posições, ganham novas oportunidades podendo os mesmos acreditarem  em suas recuperações, criando assim uma disputa sadia pela titularidade na equipe.

De qualquer forma, para comprovar toda essa evolução, o Tricolor terá um teste importante, que poderá trazer mais confiança ao elenco e principalmente à torcida, ou abalará a confiança do time conseqüentemente, desiludirá a torcida que estava se animando com o time nesta crescente.


O teste todos sabemos, será o jogo de domingo contra o time de Itaquera. Melhor hora para vencer um clássico e convencer à todos de sua evolução, e marcar o time de vez como um dos favoritos ao título paulista.

Bom fim de semana à Todos!!!

quinta-feira, 6 de março de 2014

Sabe quem vai representar o São Paulo FC na Copa do Mundo 2014?



Há pouco menos de 100 dias de seu inicio, a Copa do Mundo de 2014 enfim parece tomar conta de forma definitiva dos programas esportivos, noticiários e rodas de conversa entre amigos. 

A última rodada de amistosos entre as seleções participantes, antes das convocações finais para o torneio, incendiou os debates esportivos, sobre quem deve ser chamado para representar as equipes nacionais. 

Aqui no Brasil, Felipão, como é sua característica, já definiu há tempos o seu grupo. A ‘Família Scolari’, versão 2014. Na lista, nomes experientes como Kaká, R. Gaúcho e Robinho, devem ficar a revelia de outros menos ‘unânimes’, como Bernard, Hulk e. Sinal dos tempos...

Fosse apegado a números, ou minimamente supersticioso, Felipão levaria algum jogador do Tricolor. Basta lembrar que o São Paulo FC é o 2º time que mais cedeu atletas à Seleção em Copas do Mundo(42), atrás apenas do Botafogo(46). Desde 1950, o Tricolor teve representantes em todos os mundiais, com exceção ao último, quando Dunga optou por joias como Doni, Michel Bastos, Kleberson, Julio Baptista e Grafite, entre outras. O São Paulo também é o único time, ao lado da Porcada, com jogadores nos 5 títulos da Seleção. Foram 13 no total, o que o coloca como o 2º clube que mais enviou campeões mundiais, atrás apenas do Santos, com 15: Dino, Mauro e De Sordi (58); Bellini e Jurandir (62); Gerson (70); Zetti, Cafú, Leonardo e Muller (94) e Rogério Ceni, Belletti e Kaká (2002).  

Porém, se em tempos atrás, grandes times do São Paulo serviram de celeiro para seleções, em copas como a de 1986 (pós-menudos) e de 1994 (pós-Telê); hoje em dia, fica difícil pleitear alguma convocação são-paulina neste time que teve uma das piores campanhas de nossa história no ano passado. 

A minha seleção teria Luis Fabiano com a camisa 9. E só. Mas Felipão já fez suas escolhas para centroavante e Fabuloso não está entre elas. 

Por isso, na Copa em que já nos negaram a participação do Morumbi, torcer para um representante nosso significará torcer por Álvaro Pereira. Com pouquissimo tempo, o lateral-esquerdo já mostrou a que veio, se tornando candidatissimo a virar ídolo no Tricolor, superando inclusive as minhas expectativas. Mais um da personagem da história de amor que o São Paulo vive com jogadores de nosso país vizinho...     

quarta-feira, 5 de março de 2014

NEM MURICY TEM A SOLUÇÃO, INFELIZMENTE!

Salve, salve São Paulinos! Temos um quadro extremamente crítico de um time sem vontade, sem pegada, desorganizado e sem reposição! Somos órfãos da lateral direita desde a primeira saída do Ilsinho! Testamos Souza, Piris, Douglas, Paulo Miranda e mais uns 4 nomes! Acabava a temporada o Tricolor ia e contratava o melhor lateral do campeonato Brasileiro, 3 meses depois não servia mais! Temos um time de refugos aqui, que brilharam em outros times, e a ultima cartada desta história é o Jadson, que saiu para que o Ganso tivesse mais espaço, mas no clássico contra o Santos F.C. o camisa 10 do Maior do Mundo ficou no banco de reservas, dando lugar para Douglas. Trocamos Arouca por Rodrigo Souto, bela troca, contratamos laterais desesperadamente, até o mico do Clemente Rodriguez, a ultima herança do incompetente Adalberto Baptista. Se escrevermos aqui a lista das contratações que já fizemos, pacotões e coisas mais, de jogadores que no Morumbi não servem, mas nos outros times são destaques, faltaria espaço na coluna! O que de fato temos hoje, um time que nem Muricy Ramalho consegue colocar para jogar! Trabalho tem muito, porém desde a sua chegada o time não tem um padrão, um esquema. Hora 4-3-3, hora, 4-4-2, hora 3-5-2 e hora 4-5-1. Reclamamos do Luís Fabiano, que por acaso ganhou o troféu Rei do Impedimento 2014, mas a bola não chega para ele. Como que o camisa 9 empurra a bola pras redes se não tem oportunidades claras? Muricy tem inventado esquemas ridículos, escalações tenebrosas! Paulo Miranda na lateral direita, Rodrigo Caio de zagueiro e Douglas no meio campo! Rodrigo Caio hoje nem sabe mais qual a sua real posição! Se volante ou zagueiro! Precisamos perder a mania de contratar o jogador, 4 jogos não foi bem, é descartado, posto na geladeira e depois negociado. Hoje temos exemplos claros de que isso não pode! O Jadson não poderia ter saído o Osvaldo não pode sair! Compra o Pato, compra o Vagner! O que não podemos é municiar os adversários, por uma simples antipatia! O Luís Ricardo é a bola da vez, contratado frente a Portuguesa como a solução para a lateral direita, fez 5 jogos e não serve mais! Ele possui uma clara deficiência na marcação, a mesma deficiência que Cicinho tinha, que Ilsinho tinha e por aí vai! O esquema tem que suprir essa deficiência, o problema é ter Rodrigo Caio na sobra dele, e nenhum volante na cobertura! Isso não pode ocorrer! Aí entra a mão do treinador, que me deixa totalmente frustrado por nada fazer! Precisamos parar de achar que temos a melhor base do mundo, eu desprezo #MadeInCotia, a base do São Paulo F.C. é podre! Não revelamos ninguém! O Santos F.C. sobe por ano em média 4 jogadores da base, e contrata outros garotos do interior! Enquanto pensarmos que a solução está em refugos Europeus, e que temos munição em Cotia, estaremos na roça! O efeito Muricy passou, ele não consegue mais colocar o time pra jogar! O elenco é muito ruim. Não estou fritando o treinador, na realidade eu só não fritaria os roupeiros e massagista, o resto, tudo pra rua! Salvem o meu Tricolor Paulista! Comentem, critiquem, compartilhem! Forte abraço! Fernando Lima

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

O melhor centroavante do Brasil é nosso!



No mês passado, um vídeo divulgado na internet fez sucesso e ganhou o público dos quatro cantos do mundo. Ele mostrava o Profeta Hernanes, cria nossa, se emocionando com o carinho dos torcedores da Lazio, mesmo em vias de se transferir para a Internazionale de Milão.

No time de Roma, Hernanes fez pouco mais de 150 jogos, marcou 41 gols, e ganhou apenas um título, a Copa da Itália 2012-13. 

É verdade que a Lazio não está entre as grandes potências do futebol italiano, e que nem mesmo é acostumada a ganhar muitos títulos. Mas como explicar essa diferença de tratamento que brasileiros e o resto do mundo dão a seus ídolos? Diferença, que faz com que jogadores estrangeiros do nível de Xavi, Iniesta e Drogba sejam mais respeitados por aqui do que os pentacampeões Cafú, Roberto Carlos e Rivaldo, só para dar alguns exemplos. 

Os próprios clubes brasileiros são mestres em desvalorizar sua história. Zico penou como diretor do Flamengo, Roberto Dinamite sofre como presidente do Vasco, e Falcão, Fernandão e Dunga foram chutados do Inter. 

Neste quesito, São Paulo FC e torcida parecem ser melhores apenas que o time de Itaquera, que viu Rivelino, Neto, Ronaldo(s), Tevez, Edilson, Rincon e mais recentemente Guerrero, serem alvos de protestos.  

A torcida são-paulina, acostumada a muitos títulos, se tornou das mais intolerantes nas últimas 2 décadas. Intolerância que nos fez questionar e perder Palhinha, Kaká e, ao que se dependesse da vontade da torcida, Luis Fabiano

Luis Fabiano Clemente é o melhor atacante do Brasil. 4º maior artilheiro de nossa história, 2º maior da história do Morumbi e provavelmente o melhor dos últimos 20 anos por aqui.  Além disso, coleciona números que os próprios são-paulinos de memória curta fazem questão de esquecer. Algumas inverdades ou distorções passiveis de correção:


-“Luis Fabiano foi bom em sua primeira passagem, mas desde que voltou não foi mais o mesmo...”
Pouca verdade. Se não brilha como brilhava há uma década atrás, o Fabuloso tem sim uma boa média de gols desde seu retorno. De 2011 pra cá, foram 63 gols em 111 jogos, média de 0,57, maior que qualquer atacante que tenha passado pelo Morumbi desde França. No mesmo período, Fred fez 53 gols, Jô fez 37 Leandro Damião fez 39 e Hernane fez 60, por exemplo. Guerrero, Pato, Barcos, Tardelli, Sheik, Alan Kardec...? TODOS tem média e números absolutos inferiores a Fabuloso.

Em 2012, LF só fez menos gols que Neymar, e no ano passado, o pior de sua carreira, fez menos apenas que William da Ponte Preta e Hernane do Flamengo, que não jogaram a Libertadores. Foi ainda artilheiro da Copa do Brasil 2012, vice-artilheiro do Brasileirão 2012, e 4º artilheiro da Libertadores 2013, mesmo com o time jogando mal e sendo eliminado nas oitavas de final. Artilheiro geral do time nos últimos 2 anos. 


-“Luis Fabiano desaparece em clássicos...”
Mentira. Fabuloso disputou 31 clássicos com a camisa tricolor, tendo feito 18 gols. Marca que o coloca com a 3ª melhor média de nossa história em jogos contra os rivais, atrás apenas de Leônidas da Silva e Serginho Chulapa. 


-“Faltam títulos para Luis Fabiano virar ídolo...”
Bobagem. Ganhou poucos títulos com a camisa do São Paulo, tal qual Rivelino e Sócrates no SCCP, Romário no Flamengo e o já citado Hernanes na Lazio. Além disso, há de se dizer, Luis Fabiano tem hoje 33 anos e 3 meses de idade, 9 meses a mais do que Rogério Ceni tinha quando levantou seu primeiro título importante no Tricolor, a Libertadores de 2005.


-“Luis Fabiano perde muitos jogos por suspensão...”
Verdade. Mas não se esqueçam que o maior artilheiro de nossa história, Serginho Chulapa, era desse mesmo jeito. Aliás, sabiam que a porcentagem de jogos perdidos por Serginho em função de suspensões é maior do que a de Luis Fabiano?


A verdade é que Luis Fabiano pena pela falta de títulos com a camisa Tricolor. O pior é que, apesar de sentir a pressão, nunca deixou de fazer gols. Imaginem se ficasse 10, 15 jogos sem marcar, como o importante Aloísio Chulapa cansou de ficar durante sua passagem pelo Morumbi? Haja cobrança...